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O terror dos transportes: espaços vazios!
A indústria dos transportes já se encontra estabelecida, contando com nomes de peso, como a DHL e a UPS, pequenas e médias empresas de transporte e transitários. Todavia, o mesmo problema afeta toda a indústria.
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A indústria dos transportes já se encontra estabelecida, contando com nomes de peso, como a DHL e a UPS, pequenas e médias empresas de transporte e transitários. Algumas destas são mais especializadas no transporte de itens de pequena dimensão, enquanto que outras estão mais focadas nas necessidades do setor industrial, que requerem o despacho de mercadorias fora das medidas estandardizadas com mais frequência. Todavia, o mesmo problema afeta toda a indústria: excesso de capacidade, ou espaço disponível nos veículos que não é utilizado, seguido de viagens com os camiões totalmente vazios. Mesmo para as grandes empresas do meio, como a DHL, estas questões ainda têm um grande impacto. No segmento B2B, a falta de otimização do espaço representa 30% do total de viagens efetuadas pelas empresas de transporte de mercadorias.

Quais são as consequências dos espaços vazios no setor dos transportes?

Este panorama tem influência direta na tabulação dos preços pelas empresas de transporte. Estas contabilizam possíveis perdas de dinheiro, para além do combustível e tempo necessários para a realização de um serviço no cálculo final de uma cotação. Ou seja, isto significa que, atualmente, o cliente paga pela falta de estratégias de otimização no mercado dos transportes. A própria forma como o preço é estabelecido à partida é um dos fatores que não permite a readaptação dos mesmos de acordo com a área em uso de uma empresa. Por exemplo, se um veículo for utilizado para um determinado serviço, com uma rota já definida, e parte da sua capacidade ainda está disponível, uma forma de rentabilizar o espaço vazio seria carregar outros itens por um preço mais baixo.

Algumas companhias aéreas low cost têm esta política implementada, disponibilizando passagens com valores inferiores ao normal antes do avião levantar, caso se verifique que ainda existem lugares de vago. Esta estratégia só resulta devido às caraterísticas que diferenciam um serviço de um produto tangível: o seu período de validade. Se um lugar num avião não é ocupado, não é possível armazená-lo e usá-lo num outro momento. Se um camião faz uma viagem com metade da sua capacidade ainda disponível, esta não pode ser recuperada.

Uma coisa é certa: é necessário adotar novas políticas de maximização do espaço em uso pelas diferentes empresas, criando, em simultâneo, estratégias de reformulação dos preços, que permitam organizar e rentabilizar os custos de um serviço de transporte.

otimização do espaço dos transportes utilizados foi o ponto de partida para a criação e afirmação da plataforma MUB cargo. A plataforma conta hoje com mais de 380 transportadores parceiros na sua rede, que disponibilizam os seus veículos e trabalham todos os dias para apresentar os preços mais adequados para as diferentes necessidades dos seus clientes.

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